A inteligência coletiva é uma inteligência diversificada e distribuída por toda a parte. Ninguém sabe tudo, no entanto, todos sabem alguma coisa. Este conceito é referido como inteligência simbiótica por Norman Lee Johnson e alguns escritores influenciaram-na, nomeadamente Peter Russell (1983), Pièrre Lévy (1994) e Douglas Engelbart (2003).
Segundo Lévy, a inteligência coletiva é "uma inteligência distribuída por toda a parte, incessantemente valorizada, coordenada em tempo real, que resulta uma mobilização efetiva das competências". O autor, com esta expressão, quer dizer que todas as pessoas possuem sabedoria e cada uma delas não deve ser desvalorizada.
A inteligência coletiva pressupõe a capacidade de criar e de desenvolver a confiança, a aptidão para tecer laços duráveis. (Lévy, 1999) O ciberespaço é um importante suporte da intelência coletiva, tanto no aspeto cognitivo como no aspeto social.
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